quarta-feira, 28 de março de 2012

Soldado do Exército


Me chamo Kiko, tenho 24 anos, sou moreno, 1, 72m, ativo com um pau de 17,7 cm, moro em Salvador. Essa historia ocorreu no quartel em que eu servi em 2010. Tinha um soldado recruta que eu era louco, mas, ele não curtia. Sempre comentava com os outros e até na minha presença ele me chamava de VIADO. Eu ficava uma fera com essa situação, pois eu tenho um amigo, que também servia comigo, que começou a se revelar aos poucos e eu sempre ficava na minha, já que a minha maneira de ser e adotar as situações é: Pra ser, não precisa parecer!
Em um certo dia, estávamos de serviço, eu e o recruta Adalberto (nome fictício), 1,71, branco, magro e com um sinal de cabelo branco que dá um charme violento. O meu posto (cargo) durante o serviço, era um posto tranquilo, que visitava os outros postos em 20 e 20 minutos até fechar o ciclo de 2 horas. Pra minha surpresa, pegamos o mesmo horário, mas isso não me deixou tão contente, já que ele não curtia e vivia falando mal dos gays. Porém pra minha alegria, tinha outro recruta, Carlos (nome fictício), 1,71 moreno bronzeado, musculoso, sorriso cativante, que é um pedaço de mau caminho e já teve relações com homens antes de entrar no Exército.
Caiu a noite, e ao contrario dos demais, eu estava eufórico pra assumir a sentinela, louco de vontade de chupar o Carlos todo, mas como eu tinha dito, ele não sabia de mim, poderia até desconfiar, porem a certeza soava mais alto. Não consegui ir para o descanso, fiquei acordado até 00:00h e enfim, chegou a hora de assumir a sentinela. Não perdi tempo fui direto ao posto do Carlos, conversamos bastante, e subtrai muitas informações ao seu respeito, porem ele não curtia mais ficar com homens, pois na época que ele fez, tinha 16 anos e o cara deu dinheiro pra ele. Pra piorar a situação ele disse:
- Eu não curto mais ficar com homem, mais se rolar, quem sabe, né? Pagando bem, que mal tem?
Isso me deixou bastante cabisbaixo.. sai do posto dele e fui ao posto do Adalberto, e ele com aquelas brincadeiras que me tiravam do sério. De repente, pra minha surpresa, o Adalberto me perguntou se eu era viado mesmo, pois todos estavam desconfiados e eu, como sempre, negando até a morte disse que não! Ele disse:
- Se você curtisse, eu deixaria você colocar a boca no meu pau!
Eu fiquei surpreso, mas não podia acreditar devido ser uma pessoa machista. Foi então que resolvi testa-lo, dizendo que não era, porem, como ele estava afim eu poderia fazer um favor pra ele, isso é se ele quisesse. Ele aceitou! Por dentro o meu coração pulava de alegria, nem podia acreditar. Ele pra sentir confiança da minha parte, pediu a minha carteira e eu perguntei pra quê? Ele respondeu:
- Se de repente você estiver de brincadeira eu jogo ela na piscina!
Eu dei a minha carteira, e ele me mandou abaixar, disse que não iria fazer nada, só iria colocar o pau pra fora, não era para tocar na bunda dele e o resto era comigo. Me abaixei, ele abriu o zíper e ficou com a cueca preta à amostra , eu perguntei, você ainda esta com o pau mole? E ele responde:
- Mole? Pega ai pra você ver!
Eu peguei  naquela pica branca de uns 18cm não muito grossa, mas suculenta, acompanhada daquela baba. Parecia que ele estava excitado há muito tempo, pois o pau dele estava babando, o meu pau estava explodindo também de tanto tesão, eu não perdi tempo e coloquei logo na boca. Chupei como um sorvete, como uma criança que há muito tempo não ganhava um pirulito. Sem me dar conta do horário, faltava 15 minutos para a rendição dos postos e eu não podia dispensar um deus daqueles. Ele me pediu pra roçar em minha bunda, eu meio receoso deixei, já que sou ativo. Ele cuspiu na mão e começou a roçar, isso foi me dando uma sensação estranha, comecei a me punhetar  e sem mais nem menos eu disse:
- Mete logo essa porra! Tá esperando o quê?
Ele pegou na minha cintura ajeitou o pau no meu cu e começou a pincelar, me deixando mais ensandecido. Ele começou a enfiar, bem devagar, eu sentia uma dor tremenda e quando comecei a me punhetar pra valer eu já não sentia mais dor. Rebolava no pau dele e olhava as horas e percebia que tínhamos poucos minutos, mas estava gostoso de mais e eu nao queria parar. Eu pegava os braços dele e fazia ele me abraçar e socar mais rápido. Me senti nas nuvens fazendo sexo numa guarita, era tudo que eu queria experimentar aquele  pau na minha boca e levei de brinde ele no cu. Faltavam 5 minutos e, então, tomei a decisão de fazer ele gozar logo, puxei a cabeça dele e o corpo dele colou atrás de mim, e aproveitei e disse no ouvido dele, sussurrando: Goza dentro de mim, me faz feliz meu macho! Após o sussurro coloquei minha língua no ouvido dele, ele socava cada vez mais rápido. Senti uma pressão no meu cu acompanhado de uns gemidos. Era ele gozando.
Recompomos-nos e em seguida vieram à rendição. Dias após, ele vivia perguntando sobre mim ao meu amigo quase assumido, onde eu ando com quem ando, onde moro etc..  Ele estava apaixonado por mim e eu já tinha me distanciado dele a muito tempo antes dele perceber, pois eu já estava apaixonado e não queria me apegar a ele.

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